Eric, o novo suspense psicológico da Netflix ambientado na vibrante e caótica Nova York dos anos 80, tornou-se o mais recente fenômeno de audiência da plataforma. A trama acompanha o desespero de um renomado marionetista, criador de um famoso programa infantil, após o misterioso desaparecimento de seu filho.
O protagonista, interpretado por Benedict Cumberbatch, conduz a audiência por uma jornada de desintegração mental profunda. Em entrevistas, o ator não hesitou em definir a experiência de gravar a série como a encarnação do "pior pesadelo de qualquer pai".
Para lidar com a carga emocional pesada da produção, tanto Cumberbatch quanto sua colega de elenco, Gaby Hoffmann — que interpreta a mãe na história — precisaram encontrar formas de separar a ficção da vida real. Hoffmann revelou que o segredo era o retorno para casa: o contato diário com seus próprios filhos trazia o aterramento necessário, lembrando que a dor retratada no set era apenas parte de uma narrativa coletiva sobre luto e medo, e não a sua realidade.
Cumberbatch reforçou essa visão, explicando que, embora a premissa seja aterrorizante para quem é pai, a profissão de ator exige esse mergulho intenso, seguido por uma desconexão consciente ao encerrar as filmagens.
O público, por outro lado, parece ter sido fisgado sem volta pela intensidade da obra. Nas redes sociais, a reação tem sido de total entrega: não são poucos os usuários que relatam ter maratonado a série inteira em um único dia. Comentários como "brilhante", "poderosa" e relatos de espectadores emocionados às lágrimas inundam plataformas como Facebook e X, consolidando Eric como uma das produções mais impactantes e discutidas do momento na Netflix.